VASCO DESENVOLVE TRABALHOS DE FORÇA COM CONSULTOR INTERNACIONAL


Por Rafael Carpenter 


O Projeto PROMOVE, programa de promoção de talentos do Club de Regatas Vasco da Gama, visando o desenvolvimento e a formação de seus atletas faz uso de técnicas de treinamento de força em sua preparação física. O CAPPRES-BASE está perto de ser inaugurado e com isso facilitará a integração e interação das áreas da saúde. Em janeiro de 2015, o Vasco convidou o Doutor em Educação Física e especialista em treinamento de força Roberto Simão. Simão é professor da UFRJ e é um dos professores mais citados no Brasil e no mundo em treinamento de força. Tal trabalho desenvolvido nos atletas em formação do clube já tem gerado frutos. Um exemplo foi à promoção recente do atleta Douglas Luiz ao profissional.

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  – Após uma avaliação completa dos atletas do Promove no CAPRRES, no início do ano passado, começamos o trabalho buscando o equilíbrio muscular e o ganho de massa magra, em menos de um ano tivemos um aumento extremamente significativo, não somente nos atletas do Promove mas em todos os atletas do Sub-20 e Sub-17. Todo nosso treinamento é baseado em evidências científicas. O trabalho foi cansativo para os meninos do Promove, pois os treinos eram integrais (manhã campo e a tarde treino de força), mas o resultado veio dentro do esperado sendo premiado com as promoções da garotada. Disse Dr. Roberto Simão

  Roberto Simão que é responsável pelo Laboratório de treinamento de força da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Vascaíno, desenvolveu a parceria do laboratório com a Base do Vasco no início de 2015. A manipulação dos exercícios de força pretende dentro do futebol, criar uma adaptação ao atleta, para poder realizar os movimentos com intensidade e segurança, prorrogando ou diminuindo a chance de fadiga muscular. Os objetivos não são somente hipertrofiar do jogador de futebol, mas visam o aumento do desempenho, ou seja, fazer com que o jogador suporte melhor a carga de treino e as demandas do jogo como Correr, saltar, dividir uma bola e chutar. Atletas menos fadigados e índice baixos de lesões como vem demonstrando os resultados obtidos pelo setor de fisiologia da base


Fonte: https://www.facebook.com/projetopromove/

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