Lesões no futebol


Atualmente, o futebol conta com cerca de 200.000 atletas profissionais e 240 milhões de jogadores amadores no mundo, dos quais aproximadamente 80% são do sexo masculino.

O futebol tem regras, regulamentos e um estilo de jogo que são diferentes de qualquer outro esporte. As características imprimem uma demanda significativa nas habilidades físicas e técnicas de cada jogador. Consequentemente, muitos dos padrões de lesões e problemas médicos são únicos e específicos. O risco de lesão no profissional é elevado.

Estudos mostraram que o risco de lesões é mil vezes maior em jogadores profissionais de futebol quando comparados com trabalhadores da indústria.

Como esporte, o futebol tem sofrido muitas mudanças nos últimos anos, principalmente em função das exigências físicas cada vez maiores, o que obriga os atletas a trabalharem perto do limite máximo, com maior predisposição às lesões.

A incidência de lesões no futebol é estimada em aproximadamente 10 a 15 lesões para cada 1000 horas de prática esportiva, sendo que mulheres, por exemplo, apresentam maior incidência de ruptura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) quando comparadas com homens.

As lesões mais comuns acometem os membros inferiores (70-80%), sendo que a maioria envolve as articulações do joelho, tornozelo e a musculatura da coxa. A maior parte destas lesões ocorre durante os jogos e quando realizada uma estimativa baseada nos dados existentes atualmente, conclui-se que cada jogador apresentará, em média, uma lesão relacionada ao futebol por ano.

Os tipos mais comuns são os entorses, estiramentos e contusões. A maioria das lesões é de origem traumática, sendo que aproximadamente 20% destas são atribuídas a jogadas faltosas ocorridas durante o jogo.

As recidivas de lesões são bastante frequentes e representam 20 a 25% de todas as lesões. Desta forma a avaliação em relação a lesões prévias e reabilitação inadequada com retorno antecipado ao esporte ganham grande importância.

Os atletas mais acometidos são os meio-campistas e atacantes, com os goleiros sendo os menos afetados.

Fonte: areah.com.br/colunas/esportes/coluna/63809/1/pagina_1/lesoes-no-futebol.aspx

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