A importância do descanso para atletas


Nos mais diversos esportes é de suma importância as horas de descanso para o rendimento de atletas. Exemplo deles é o Roger Federer, tenista suíço e recordista no número de vitórias em torneios do Grand Slam, no qual dorme 12 horas por noite para melhorar seu desempenho. O atleta Thiago Pereira, nadador que representa a seleção brasileira de natação, dorme 09 horas por noite para melhorar seu rendimento.

Que todo atleta deseja superar os seus limites, disso ninguém tem dúvida. Seja em um treino ou em uma competição, eles sempre buscam maneiras de aperfeiçoar a performance, vislumbrando assim, o lugar mais alto do pódio. No entanto, nem só de treinos vive um atleta. Descansar também deve fazer parte de sua rotina. Uma boa noite de sono é necessária para repor as energias, para superar mais um dia carregado de atividades.

Segundo uma matéria da “Daniela Santarosa – Jornalista e Maratonista”, se você é daqueles que acredita que a maioria dos maratonistas percorre dezenas de quilômetros diariamente, saiba que tem uma ideia errada. Esta falsa convicção tem levado uma série de atletas a encararem o pior pesadelo: as frequentes lesões, que deixam os empolgados de molho por semanas.

O excesso de treino é, sem dúvida, o principal culpado por problemas como fascite plantar (uma das principais causas das dores no calcanhar), fraturas de estresse (ocasionada por esforço repetitivo) e dor patelo-femoral, comum nos joelhos.

Fora as lesões, se você não der um tempo para a “máquina”, o risco dela quebrar de vez é enorme. Quem nunca ouviu falar em overtraining (ou não leva isso a sério), deve passar a acreditar duramente nos riscos para a saúde física e até mental. Na definição, a palavra gringa define “quando você treina além da sua capacidade de recuperação, impossibilitando que o corpo consiga se recuperar e se adaptar até o próximo treino”. E isso não é nada bom. Não dá fome, não dá sono, você retrocede e não evolui mais. Sem contar a estafa cerebral. Tudo estressa!

Segundo o Fisiologista e Maratonista Olímpico, Ed Eyestone, treinador de cross-country na Brigham Young University (EUA), um dia de descanso por semana, além de prevenir lesões, repõe os níveis de glicogênio e evita a exaustão mental. Outra boa opção é a “corrida fácil”, que deve compor de 80% a 85% da quilometragem semanal. Esse tipo de treino, diz Eyestone, é uma ótima estratégia para aperfeiçoar a resistência.

Claro que isso é muito relativo: o que é bom para mim, pode não ser bom para você. Mas os treinadores de corrida são unânimes em falar que força e velocidade são adquiridas nestes momentos em que você não está fazendo nada.

“Lembre que o exercício físico é sempre uma agressão ao organismo. Com ele, o atleta sofre microlesões e acumula ácido láctico. O repouso permite que o corpo seja realinhado e, assim, há uma supercompensação, fazendo com que o atleta fique mais forte”, afirmou o fisiologista Raul Santo Oliveira, numa matéria da O2 Por Minuto, sobre descanso.

Dormir bem, obviamente, faz toda a diferença. Uma boa noite de sono, de seis a oito horas, reestrutura o organismo. Lembre-se que descansar, além de bom para a cabeça, é uma das partes mais importantes do treino físico.

Fonte: http://jeonline.com.br/coluna/1023/descanso-o-melhor-remedio

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