Fisiologista do Flu diz que time não vai estar 100% na estreia no Carioca


fisiologista Maurício Negri

A preparação física do Fluminense terá muito trabalho com os jogadores para deixá-los em forma depois de um mês de férias. Nem mesmo com dedicação integral será possível pôr o elenco em plena forma para a estreia do time no Campeonato Carioca, no próximo dia 20, contra o Bangu, em Moça Bonita.

Fisiologista do Fluminense, Maurício Negri bateu o martelo e disse que os jogadores não estarão com 100% de suas condições físicas. No entanto, ele espera fazer o melhor possível a partir desta quinta-feira pela manhã, quando o elenco começará em tempo integral a pré-temporada em Mangaratiba, na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro.

“Vamos criar perfis dos atletas para sabermos como voltaram de férias. Queremos saber até onde poderão chegar. No início do Campeonato Carioca certamente eles não estarão nas condições ideais, mas vamos tentar fazer quem cheguem na melhor forma possível, dentro do que é desejável”, explicou Maurício Negri.

A comissão técnica do Fluminense ainda não tem os dados necessários dos jogadores para saber como eles estão. Mas o fisiologista informou estar criando um novo banco de dados com novas informações sobre os jogadores para comprar com as do ano passado. Sem estes dados, ele não pode dizer se alguns jogadores se reapresentaram acima do peso, por exemplo.

“Nem posso dizer se alguém se reapresentou acima do peso porque ainda não vi os dados dos jogadores. Estamos criando perfis para termos mais informações. Temos os perfis de 2010 e já conhecemos grupo, como limitações e virtudes. Teremos as informações nos próximos dois ou três dias para depois vou passar para Ronaldo Torres (preparador físico)”, afirmou Negri.

Classificado para a principal competição do continente, a Libertadores, o Fluminense ainda disputará o Campeonato Carioca e o Brasileiro. A maratona de jogos, uma das grandes vilãs de 2010, começa a preocupar Maurício Negri. Por causa de lesão, o time de Muricy Ramalho perdeu jogadores importantes como Fred, Deco e Emerson.

“O jogador não tem tempo de se recuperar de um jogo para outro. Chega num momento que a musculatura não aguenta. Há um limite para aguentar, mas também vai muito da genética de um para outro. Os que chegam da Ásia, da Europa têm uma preparação diferente, o clima é diferente. Não existe fórmula para dizer se haverá ou não lesão muscular”, encerrou Negri.

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