Tenente, fisiologista impõe rigidez de quartel em treinos do Vasco


Daniel Gonçalves

Na pré-temporada realizada em Atibaia, os jogadores do Vasco só não são obrigados a bater continência, mas passam por um verdadeiro treinamento militar. Um dos responsáveis por coordenar as atividades do time, o fisiologista Daniel Gonçalves, que também é tenente da Marinha, impõe a disciplina que adquiriu no quartel para ver seu “batalhão” pronto o mais rapidamente possível.

O profissional iniciou sua carreira na própria área militar e, mesmo que queira, não consegue deixar a faceta de tenente de lado. E quem sofre são os jogadores.

“Aqui é diferente. No quartel é necessário disciplina maior. Os jogadores brincam com essa rigidez, pois sabem que sou da Marinha. O Felipe, por exemplo, sempre fala para eu parar de gritar, que não estou no quartel (risos). Mas eles levam numa boa”, disse o fisiologista.

Apesar de trazer a disciplina militar para o treinamento vascaíno, Daniel destaca que, atualmente, as atividades do quartel não são muito diferentes das aplicadas no futebol.

“Hoje em dia, os treinos militares são os mesmos que utilizados para os atletas. Muda uma coisa ou outra, mas a intensidade também é muito grande”, afirmou.

Nesta primeira semana, tem sido comum ver os jogadores já de língua de fora antes do término da atividade. Mas, como “bons soldados”, obedecem a seus superiores, apesar de algumas reclamações.

“Às vezes eles reclamam um pouquinho, mas seguem com os exercícios. Eles respeitam”, completou Daniel.

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