Tecnologia vai ajudar os jogadores do UniCeub nos treinos ao longo do ano


Mapeamento médico completo e de última geração auxiliará os jogadores do Uniceub a alcançar o limite nos treinos, ao mesmo tempo que reduzirá a possibilidade de lesões

A equipe do Uniceub entrará, este mês, na reta final da pré-temporada para a estreia na 3ª edição do Novo Basquete Brasil (NBB). Em 29 de outubro, o time faz a partida de abertura da competição — contra o São José, em São José dos Campos, no interior paulista — e, a partir desta semana, o técnico José Carlos Vidal finalmente terá à disposição todos os jogadores do elenco, já que o trio formado por Alex, Nezinho e Guilherme Giovannoni, que defendeu o Brasil no Mundial da Turquia, já estará de volta, após algumas semanas de descanso. Guilherme foi o primeiro a chegar, há uma semana, e Alex e Nezinho se reapresentam hoje.

Assim, enquanto a equipe não estava completa —, até a semana passada Vidal ainda mesclava os treinos preenchendo os desfalques com jogadores locais —, a pré-temporada do Uniceub foi marcada, fora das quadra, por uma novidade que impressionou os atletas. Por meio de uma parceria do time com o Centro de Excelência em Medicina do Exercício (Cemex), localizado no Lakeside, os jogadores seguem sendo submetidos a uma incrível bateria de exames cujo objetivo é determinar as potencialidades de cada um, de modo a elevar o nível dos treinos ao limite.

Além disso, os resultados permitirão a Hildeamo Bonifácio, fisiologista e membro do grupo responsável pela preparação física do time, prever lesões e tentar evitá-las. “Nossa principal meta é individualizar o treinamento, de modo a tirar o máximo de rendimento de cada atleta com o menor risco de lesões”, resume Hildeamo.

O Super Esportes acompanhou dois jogadores — os alas Arthur, bicampeão brasileiro com o extinto Universo, e Fábio, recém-chegado de Rio Claro — em uma manhã de exames. A reportagem constatou que, para a temporada 2010/2011, o elenco do Uniceub contará com uma verdadeira parafernália tecnológica de última geração que servirá como aliada na luta pelo tricampeonato nacional.

“Nunca tinha feito uma bateria de exames como essa”, disse Fábio, 31 anos. “É muito bom. Terei um mapeamento de todo o meu corpo e isso vai me ajudar em quadra. É um tipo de coisa que a gente só vê no exterior e agora temos acesso para usar toda essa tecnologia a nosso favor.”

Aos 27 anos, e com passagens pela Seleção Brasileira, Arthur é outro que vive uma situação inédita. “Eu já tinha feito trabalhos superficiais. Mas eu nunca tinha passado por exames tão minuciosos como esses. Com certeza isso vai nos ajudar ao longo da temporada.”

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